Vou te falar como eu faço, direto: eu pago quase tudo no cartão, e no crédito. Dinheiro vivo é o mínimo.
O cartão que eu uso
Nubank Ultravioleta, no crédito
- IOF na prática zero. Toda compra fora tem o IOF (imposto do Brasil, hoje 3,5%, conferido em ago/2026). Com o Ultravioleta eu pago, mas ele me devolve na fatura em uns 7 dias. Numa viagem inteira, isso é MUITA grana economizada.
- Dá pra parcelar (cuotas). No Chile muita loja deixa dividir a compra no crédito, eles chamam de "cuotas". Pra uma compra mais cara, salva.
E dinheiro vivo? Leva REAL, não dólar
Aqui eu derrubo um mito comum: você não precisa levar dólar. Pra brasileiro, comprar dólar e depois trocar por peso são DUAS conversões, e você perde nas duas. Leva real mesmo. O real é super valorizado no Chile, e as casas de câmbio de Santiago adoram a nossa moeda.
- Troca no centro. As melhores taxas estão nas casas de câmbio da rua Agustinas (centro) ou na av. Pedro de Valdivia (Providencia), em dia de semana.
- Foge do aeroporto. O câmbio do aeroporto é ruim. E não compra peso no Brasil, que a taxa aqui também é ruim.
- Leva notas boas. R$ 50 e R$ 100, novas e bem conservadas, trocam melhor.
Resumindo o meu esquema: cartão pra quase tudo, um real trocado no centro pro dinheiro vivo, e dólar guardado só pra pagar hotel. Simples e sem perder grana.
Indo pro Chile?
Tô fechando o Guia Completo: roteiro na ordem certa, quanto custa de verdade e os endereços que eu testei. Deixa teu email que eu te aviso quando sair, e já te mando de brinde meu checklist do que resolver ANTES de embarcar.

